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    qua., 02 de nov.
    Soteco
    02 de nov. de 2022 19:30 – 01 de fev. de 2023 19:30
    Soteco, R. Afrânio Peixoto, 10 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-130, Brasil
    Na próxima quarta-feira, às 19h30, iniciaremos mais uma série de estudos bíblicos: Pneumatologia: a pessoa e a obra do Espírito Santo. Anote aí o tema daprimeira aula: A obra do Espírito Santo. Você pode obter o material de apoio de cada estudo bíblico no site da Igreja. Não deixe de participar
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Pastoral

A igreja e sua mensagem

(1Tm 1.1-20)


  Depois de ter sido libertado da sua 1ª prisão em Roma, onde esteve durante 2 anos (At 28.30), Paulo visitou algumas cidades onde já havia pregado, incluindo Éfeso. Naquela cidade, Paulo deixou seu filho na fé Timóteo como pastor da igreja local e o incumbiu de tratar de vários problemas que nela começaram a surgir, tais
como: a) o ensino de falsas doutrinas (1.3-7; 4.1-3; 6.3-5); b) a desordem no culto público (2.1-15); e c) necessidade de líderes qualificados para a função (3.1-14); e d) o apego ao materialismo (6.6-19).
Estando o apóstolo na Macedônia, ele escreve sua 1ª carta a Timóteo (c. 62-64 d.C.) com o intuito de encorajá-lo a cumprir cabalmente suas funções ministeriais (ler 3.14-15). Nesse sentido, Timóteo – como líder da igreja em Éfeso – deveria ter um cuidado especial com a mensagem anunciada por ela. Mas, afinal, qual deve ser essa mensagem? Como e por que ela precisa ser proclamada? De onde provém a autoridade daqueles que são chamados para
fazer isso?
  O princípio da autoridade da liderança cristã. Paulo afirma sua prerrogativa já na saudação, indicando que não era um aventureiro (v. 1), mas sim alguém ordenado por Deus. Semelhantemente, o apóstolo também indica que Timóteo foi divinamente vocacionado (v. 18; cf. 4.14; 2Tm 1.6). Aliás, essa foi uma das promessas feitas por Deus ao seu povo já no AT: “Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com
inteligência” (Jr 3:15).
  A igreja deve confrontar falsas doutrinas (vs. 3-11). O aparecimento de falsos mestres fez surgirem falsos ensinos,
que precisavam ser confrontados. As falsas doutrinas deturpavam o uso adequado da lei do AT e se baseavam em histórias fantasiosas originadas no judaísmo. A lei (diagnóstico) não é o evangelho (remédio), mas ambos caminham juntos. O próprio Paulo enfatiza a importância daquela quando usada “de modo legítimo” (v. 8; cf. Rm 7.12-16).
  A igreja deve proclamar o evangelho (vs. 12-17). Paulo apresenta a si mesmo como exemplo da capacidade
transformadora do verdadeiro evangelho.
  Ele lembra quem era (v. 13); como foi salvo (vs. 13-15); e quem se tornou (vs. 12, 16). Sua confiança no poder do evangelho era tanta que ele pôde declarar em outra ocasião: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego; visto que a
justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé” (Rm 1.16-17).
  A igreja deve lutar pela fé cristã (vs. 18- 20). Paulo emprega uma linguagem militar para enfatizar o dever de um ministro do evangelho (vs. 18-19). Nem sempre é fácil realizar a vontade de Deus, mas é extremamente necessário que nos empenhemos para isso. O apóstolo alerta que os que rejeitam a pureza e a genuinidade dá fé bíblica acabam se desviando da presença de Deus, e a igreja (a partir da sua liderança) precisa se posicionar firmemente a respeito disso.
  Que as igrejas ditas evangélicas, guiadas por líderes piedosos, possam assumir seu papel.


Pr. Albert Iglésia